Palavras ditas por mim são apagadas da tua história, sons vindos de mim são abafados por múrmuros gigantes os quais tu dás ouvidos. Falo, grito, expludo e mesmo assim ninguém me ouve. Voz apagada por tudo o que o mundo tem. Palavras esquecidas, e pensamentos ignorados.
Questiono-me.. Para quê falar se ninguém nos dá ouvidos? Tento ser ouvida, entendida e de nada vale. Fico sem forças, sem vontade e sem qualquer tipo de necessidade em me expressar. Torno-me um fantasma num mundo onde as pessoas dizem viver.
Questiono-me.. Que faço eu aqui? Mundo cruel e sem sentido, mundo no qual eu não me encaixo, sinto-me uma peça a mais neste puzzle chamado Universo.
Quero gritar... Quero gritar o mais alto possível e mesmo assim saberia que tu não me ouvirias.
Quero trancar-me, prender-me, selar-me, fugir, desaparecer. Quero distância. Quero o meu mundo de volta, aquele que é só meu, aquele que eu me perdia por horas a fio. Quero voltar a ficar sozinha no meu canto onde eu poderia falar e só eu me poderia ouvir.
Desisto de falar palavras incompreendidas por almas ainda mais perdidas que a minha. Não consigo viver sem me fazer escutar, mas prefiro fugir a ter de perceber que contigo não consigo ficar.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Grito
Grito! Mas ninguém ouve nem mesmo eu. Paredes isoladoras encurralam-me nesta escuridão. Monstros descem pelas paredes e esperam outro grito meu. Não aguento mais... Grito! Nada nem ninguém ouvi-o mas eu percebi tudo. Monstros estes roubadores da minha voz, eles trepam, falam, gritam, mexem-se, saltam, gemem, vivem... Sufocam todos os sons omitidos por mim. Sufocam as palavras que eu tentei dizer e não as deixam sair para este mundo tão fechado que tenho de chamar meu. Sozinha, Acompanhada nada é diferente pois nada muda. Eles continuam lá a sufocar cada esforço meu para ser ouvida, eles vão lá estar sempre a apoderar-se da minha palavra.
Fecho os olhos com força na esperança de quando os abrir eles já não estarem lá mas nada disso aconteceu. Abri os olhos e quase se colavam a mim, não conseguia distinguir nada para além de vultos pretos e desta vez até mesmo o ar me tiravam. Já mal respirar consigo, já mal tenho forças para lutar contra eles.
Fecho os olhos com força na esperança de quando os abrir eles já não estarem lá mas nada disso aconteceu. Abri os olhos e quase se colavam a mim, não conseguia distinguir nada para além de vultos pretos e desta vez até mesmo o ar me tiravam. Já mal respirar consigo, já mal tenho forças para lutar contra eles.
E mais uma vez eles voltam a apoderar-se de mim.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Devemos fugir?
As pessoas aproximam-se e tudo fica desfocado, não consigo ver bem, não sei onde estou, que mundo é este em que me encontro neste momento? Não percebo nada à minha volta e por vezes parece até que não sou eu que aqui estou, sou uma simples espectadora neste mundo tão grande. Sinto que o tempo passa e eu não saio do mesmo sitio. Estou dentro dum poço e a única coisa que vejo é o sol passar e o dia tornar-se noite e a noite tornar-se dia.
Sinto-me a tremer, tenho medo, vejo uma mão descer o poço e tentar-me alcançar. Não tenho coragem para a agarrar, mas fico ao seu lado a contempla-la o que acontecerá se a agarrar, serei eu puxada para cima e libertada desta prisão que a minha mente se tornou ou acabarei por cair novamente ao tentar subir e não conseguirei voltar a encontrar a paz que antes tinha restaurado. Tenho medo! Medo de sentir, de querer demasiado. Medo de criar expectativas e acabar por me desiludir como todas as vezes acontecem. Dou por mim horas a pensar naquela mão, mesmo quando não a vejo sei que ela está ali, não sei se à minha espera ou é mera coincidência, mas sinto medo dela. Sinto medo da esperança que ela me dá e das desilusões que ela pode acabar por me submeter.
Devo eu fugir ou segurar esta mão com toda a minha força à espera de não voltar a cair?
Sinto-me a tremer, tenho medo, vejo uma mão descer o poço e tentar-me alcançar. Não tenho coragem para a agarrar, mas fico ao seu lado a contempla-la o que acontecerá se a agarrar, serei eu puxada para cima e libertada desta prisão que a minha mente se tornou ou acabarei por cair novamente ao tentar subir e não conseguirei voltar a encontrar a paz que antes tinha restaurado. Tenho medo! Medo de sentir, de querer demasiado. Medo de criar expectativas e acabar por me desiludir como todas as vezes acontecem. Dou por mim horas a pensar naquela mão, mesmo quando não a vejo sei que ela está ali, não sei se à minha espera ou é mera coincidência, mas sinto medo dela. Sinto medo da esperança que ela me dá e das desilusões que ela pode acabar por me submeter.
Devo eu fugir ou segurar esta mão com toda a minha força à espera de não voltar a cair?
sábado, 5 de julho de 2014
Dor
Não consigo ver, não consigo sentir, não consigo ouvir, não consigo cheirar, não consigo saborear... Vazio... Tudo se resume a isso, a dor era demasiada para um corpo só, ninguém merece sentir cada pedaço de si a desmoronar-se como um muro velho e sem arranjo. A dor começa a ser tanta até que desaparece tudo, acostumamos-nos a ela e o que sobra é o vazio, sem paixão, solidão ou qualquer tipo de outra emoção. O olhar torna-se distante e frio e tudo fica sem qualquer tipo de razão. Existir, viver, lutar ou até mesmo comer... Nada melhora tudo piora e no final nada sobra, nada fica, tudo acaba.
domingo, 25 de maio de 2014
Love is something impossible to me
Talvez seja verdade, talvez o amor não seja para todas as pessoas que por aqui andam. Amar é algo demasiado complexo e confuso. Aquilo que um dia achamos ser amor tornasse em nada comparado com o que sentimos passado anos.
Talvez seja eu que estou estragada, talvez eu já não tenha qualquer tipo de salvação. Não sei o que é Amar, não da forma como vejo os outros amarem, nunca perdi o apetite por ninguém, nunca senti borbuletas na barriga por estar a beijar alguém, nunca me senti cem porcento bem ao pé de alguém, nunca consegui confiar sem desconfiar de algo. "I'm a Thinker not a Feeler" Eu não consigo deixar me levar pelo meu coração, só pelos meus pensamentos. Eu sinto-me só e tenho medo de acabar por ficar assim sem saber o que é verdadeiramente amar. Sei o que é sentir falta de ter lá alguém, sei o que é sentir falta da companhia, das conversas, dos abraços, mas não sei o que é aproveitar o contacto, o toque.
A solidão entrenha-se sobre mim a cada dia que passa e sinto falta de algo que nunca senti. Sinto a vontade de o ter mas não sei como o conseguir.
Amar? Talvez não seja algo para mim por mais que o deseje. E o medo apodera-se todos os dias de mim por não saber o que fazer, por ter medo de nunca o conseguir realmente fazer.
Talvez seja eu que estou estragada, talvez eu já não tenha qualquer tipo de salvação. Não sei o que é Amar, não da forma como vejo os outros amarem, nunca perdi o apetite por ninguém, nunca senti borbuletas na barriga por estar a beijar alguém, nunca me senti cem porcento bem ao pé de alguém, nunca consegui confiar sem desconfiar de algo. "I'm a Thinker not a Feeler" Eu não consigo deixar me levar pelo meu coração, só pelos meus pensamentos. Eu sinto-me só e tenho medo de acabar por ficar assim sem saber o que é verdadeiramente amar. Sei o que é sentir falta de ter lá alguém, sei o que é sentir falta da companhia, das conversas, dos abraços, mas não sei o que é aproveitar o contacto, o toque.
A solidão entrenha-se sobre mim a cada dia que passa e sinto falta de algo que nunca senti. Sinto a vontade de o ter mas não sei como o conseguir.
Amar? Talvez não seja algo para mim por mais que o deseje. E o medo apodera-se todos os dias de mim por não saber o que fazer, por ter medo de nunca o conseguir realmente fazer.
Will I end up alone?
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Tudo o que vês são meros reflexos
Um espelho reflecte aquilo que todos os olhos vêm mas nenhum deles decifra. Um corpo sem alma, uma imagem sem significado. A superficialidade de um mero corpo não se compara à profundidade duma alma. Os olhos transmitem sentimentos que só os olhares mais atentos conseguem captar. A boca esboça sorrisos na tentativa de nos enganar.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Inspiração:Sid and Nancy
Hoje acordei e encontrava-me sozinha, a escuridão era total, mas a dor do vazio parecia ainda maior. Não sabia o que fazer, parecia que me ia sufocar. Uma dor incontrolável no peito tomava conta de mim. Será que iria morrer? A morte parecia-me o unico local onde poderia sentir paz. Viver neste mundo sozinha sem ele era como viver num Mundo vazio, escuro e de total dor. No momento em que ele partiu, tudo o que fazia parte de mim partiu com ele. No meu peito irá sempre prevalecer aquele buraco que nunca será preenchido, aquele vazio que só ele conseguia confortar. O amor destrói tudo em que toca. É um sentimento demasiado forte para ser domado e quando se perde total controlo dele ele consegue exterminar tudo em que toca. Ele revive e mata!
Sobre este teclado me encontro, sem qualquer razão para sorrir. Tudo aquilo que eu tinha o amor conseguiu destruir. Toda a simpatia, felicidade, força, coragem! Tudo aquilo que demorei anos a adquirir foi destruído no momento em que tudo acabou.
Esta dor consome-me viva a cada momento que passa, esta dor é intolerável!
Com a tua morte tudo deixou de fazer sentido, e da minha vida eu tornei um mero jogo nas mãos do mundo. Agora este poderá escolher o que fazer de mim, pois eu por ti morri.
Sobre este teclado me encontro, sem qualquer razão para sorrir. Tudo aquilo que eu tinha o amor conseguiu destruir. Toda a simpatia, felicidade, força, coragem! Tudo aquilo que demorei anos a adquirir foi destruído no momento em que tudo acabou.
Esta dor consome-me viva a cada momento que passa, esta dor é intolerável!
Com a tua morte tudo deixou de fazer sentido, e da minha vida eu tornei um mero jogo nas mãos do mundo. Agora este poderá escolher o que fazer de mim, pois eu por ti morri.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
"O que entregaste, tu perderás"
Esta frase diz tudo em simplesmente tão pouco. Isto está na cabeça de toda a mulher que ama. Ela sabe que tudo o que lhe der irá perder e isto é a verdade! Tudo o que eu te entreguei eu perdi e nunca o recuperarei. É aí que o vazio começa. É aí que o medo de perder tudo chega. Os passos começam a ser dados para trás e a dor começa a ser do homem... Sente que fez algo de errado, que não serve para ela, que não serve para aquela pessoa que ama. E ela sente que ele deixou de ir atrás, que desistiu, então ela entrega tudo, tudo o que tinha e tudo o que poderia chegar a ter. Por vezes quando o faz já é tarde ou então o seu tudo não chegou e com isso ela acaba por perder mesmo tudo e nunca mais o consegue recuperar. Nesse é o momento em que o coração duma mulher morre. A partir desse momento nenhum homem a conseguirá ter por completo pois o que ela tinha, o que ela era perdeu para outro homem que nunca o achou suficiente. Eu perdi tudo e sei que nunca recuperarei nada.
Amar só dever ser feito em filmes ou livros. Na vida real o amor nunca chegará senão fores perfeito.
Amar só dever ser feito em filmes ou livros. Na vida real o amor nunca chegará senão fores perfeito.
sábado, 18 de janeiro de 2014
A morte tornou-se o meu único desejo
Sinto a humilhação percorrer todo o meu corpo. Dor é o que sinto na sua passagem. Um ardor flamejante sobre cada veia do meu corpo. Lágrimas saem como rios num dia de tempestade. Gritos que mais parecem gemidos de dor. E tudo à minha volta se torna pedra. Nada consigo ver devido à dor, nada consigo fazer. Quero dormir para sempre mas cada vez que os meus olhos se fecham a humilhação vem com uma força tal que grito! Grito de raiva, grito de não aguentar mais. Confiar nunca foi para mim e quando o fiz todo o meu mundo foi destruído. Gozada por toda a gente, usada como um brinquedo. Sinto-me lixo, sinto-me nada. Morrer tornou-se o meu único desejo. A destruição perdeu interesse a vingança o mesmo. O único corpo que deve sofrer é o meu, por ter confiado no que não devia, por ter amado o que não devia, por ter sido otária! Todo o meu corpo sofre todos os dias, o veneno percorre as veias e o ardor é tremendo, não consigo suportar viver, não consigo suportar a vida. Tudo o que desejo é a morte.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Vazio
Um vazio profundo alastrou-se do que antes se dizia ser o meu coração, um vazio de uma imensidão que nem eu sabia ser existente. A dor tornou-se algo tão normal que nada causa para além da frieza. Encontro-me aqui fechada sobre quatro paredes a pensar em como será morrer. Tinha tanto medo disso e neste momento só o acho uma solução. A dor é demasiada para ser suportada, já nem um sorriso é capaz de ser fingido por este corpo tão fraco e vazio. A existência tornou-se um irreverencia de que nem quero saber. Respirar tornou-se o meu pesadelo e acordar o meu inferno. Passei a ficar horas na cama, bem mais do que no sofá. As pessoas já não me dizem nada para além de criaturas que conseguem destruir todos os muros que por mim são construídos. Confiança tornou-se impossível e felicidade parece uma realidade alternativa, já não sei o que pensar sequer. Sinto uma enorme vontade de chorar mas até isso deixei de conseguir fazer. Fraca tornou-se a palavra mais ouvida e no meu pesadelo. Não tenho forças para sair deste lugar nem para me mexer. Não consigo pensar em nada. Já não sei o que fazer.. Sozinha já estou, não tenho nada a perder.
domingo, 10 de novembro de 2013
A vida é assim
O mundo é frio, cruel e obscuro. Todos os dias tentamos aquece-lo um bocado mais encontrado esse calor noutras pessoas, objetos, paixões mas nada nos chega, fica sempre aquele espaço vazio que nos deixa mal. A vida é assim, no final nada nos chega. Pois iremos sempre acabar sozinhos, abandonados e sem ninguém para nos ajudar... A vida é assim, dura, perigosa e solitária. As pessoas não merecem a nossa confiança como nós não merecemos as delas. Eu prefiro estar sozinha a estar no meio de tantas pessoas que nada me fazem sentir além de solidão.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
And you left me for dead
Nada sinto para além daquele ardor gigante dentro de mim. Não consigo compreender se é odio, se é raiva, se é mágoa. Sei que nada mais sinto para além disto... Doí! Doí mais do que já doeu, doi mais do que tudo o que já senti.
Sufoco! Engasgo-me na minha própria dor. Dor cruel que tu me criaste, dor esta que devia de ser proibida. Ninguém devia sentir isto. Prefiro a ignorância a um coração partido. Os pedaços parecem vidro, constantemente a cortar-me por dentro. O odio é tão acido que só me faz as feridas arder. Como querem que viva num Mundo onde nada consigo sentir além de dor.
Sangue derramado sobre mãos inocentes que de nada têm culpa para além de um dia terem amado.
Sufoco! Engasgo-me na minha própria dor. Dor cruel que tu me criaste, dor esta que devia de ser proibida. Ninguém devia sentir isto. Prefiro a ignorância a um coração partido. Os pedaços parecem vidro, constantemente a cortar-me por dentro. O odio é tão acido que só me faz as feridas arder. Como querem que viva num Mundo onde nada consigo sentir além de dor.
Sangue derramado sobre mãos inocentes que de nada têm culpa para além de um dia terem amado.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Foste a pior e melhor coisa que me aconteceu na vida
Consegues ouvir as ondas embater nas rochas? Consegues sentir o vento a levantar-te os cabelos? Consegues cheirar a terra que pisas? Consegues viver amando alguém que não consegues ter? O Mundo gira e tu e eu e todos nós continuamos aqui parados sem fazer nada. Pessoas fracas, despresiveis que nem por aquilo que amam lutam, que deixam tudo e mais alguma coisa escapar por entre os dedos. Somos seres humanos... Tomamos as coisas por garantidas e no final acabamos com nada, com ninguém sozinhos. Estes ultimos dias têm sido tremendamente horriveis. Descobri que te amava da pior forma possivel... Quando te perdi para sempre. Eu não quero ninguém ao meu lado eu não quero nada, além de ti. Foste a unica pessoa na minha vida que me conseguiu fazer parar e ouvir, sentir, ver tudo e mais alguma que existia para fazer. Porque tu conseguiste passar aquele muro que tanto tu reclamavas eu ter. Porque tu hoje foste embora, porque tu não vais voltar, porque eu te mandei embora... Eu sou orgulhosa, eu sou teimosa mas o pior de tudo é o facto de eu ser fria. Eu consigo congelar o meu pequeno coraçãozinho e tratar-te da pior forma possivel só para tu desapareceres da minha vida.. Porque isso vai ser o melhor tanto para ti como para mim. Tu vais ter alguém que realmente te dê valor, tu vais ter alguém que realmente amarás até ao mais infino defeito e eu... Bem eu continuarei aqui, continuarei a minha vida a ver-te sorrir, mas o pior de tudo é que continuarei a viver a saber que perdi o unico rapaz que um dia amei...
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Eu realmente não sei o que fazer, não sei como ficar. Sinto uma dor forte no peito e nada consigo fazer para a acalmar. Parece-me que me vão arrancar o coração mas antes que o estão a apertar. Tal é a força que ás vezes nem consigo respirar. Posso arranca-lo duma vez para parar de doer? Posso voltar a congelalo, a matalo a fazelo desaparecer? Esta dor não é normal, esta dor é sureal, não sei como viver com ela. Causadora da minha fraqueza, dona do vazio. Tenho frio apesar de estar com calor. Tenho vontade de dormir apesar de nem os olhos conseguir fechar. Todos os lados que eu olhe vejo-te a ti. Todos os cheiros que sinto são o teu. Todas as vozes que ouço é a tua. Porque eu não consigo viver assim, não sem ti, não sem abraçar-te. Não sem ouvir-te dizer quer tudo vai ficar bem... Não sem ter-te ao meu lado durante a noite e ao acordar... Não sem saber que estás bem... Tu já fazias parte de mim.
Odeio-te! Odeio-te por me fazeres tanta falta, odeio-te por nem sequer teres tentado voltar, odeio-te por não me amares, odeio-te por me teres tomado como garantida, odeio-te por me teres mentido, odeio-te por te amar! E podes ter a certeza que vais ter um lugar especial neste pequeno coração que é o meu, um lugar onde o odio reina, e onde tu deixas-te um buraco bem fundo! Partiste-me o coração como nunca outro rapaz o tinha feito.
Odeio-te! Odeio-te por me fazeres tanta falta, odeio-te por nem sequer teres tentado voltar, odeio-te por não me amares, odeio-te por me teres tomado como garantida, odeio-te por me teres mentido, odeio-te por te amar! E podes ter a certeza que vais ter um lugar especial neste pequeno coração que é o meu, um lugar onde o odio reina, e onde tu deixas-te um buraco bem fundo! Partiste-me o coração como nunca outro rapaz o tinha feito.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Um sempre que um dia acaba
O ser humano é tão hipocrita. Luta por coisas sem sentido... Para quê lutar por algo que não vai ser para sempre? Para quê continuar a fazê-lo todos os dias e a iludir-te? Se algo não tem futuro nem sequer vale a pena começa-lo ou mesmo sequer lutar por isso porque tudo se baseia no futuro... Tudo acabará nele logo nós temos de fazer as coisas com uma perspectiva ciente deste! Eu tenho a minha perspectiva para o futuro... Eu quero coisas para sempre, mas muitas delas não serão... O para sempre a que me refiro não é a eternidade mas sim até acabar, é um para sempre até não poder existir mais nada. Os relacionamentos são meras hipocrisias humanas. Para quê dizer que se ama alguém, se essa pessoa não será para sempre tua, se esse sentimento irá acabar um dia... Chamem-me antiquada digam que tenho que me voltar para o mundo real para mim nada faz sentido se não for para sempre. É para isso que se começa uma relação com alguém, quando se quer essa pessoa para sempre. Senão do que te serve senão para comer e deitar fora?
segunda-feira, 15 de julho de 2013
The end of another chapter of my life
Não sei o porque... Não sei como... Mas eu já sabia que isto ia acontecer hoje. Eu só não queria acreditar. Eu tinha esperanças e bastantes... Porque todos os dias mas destes. E não compreendo isso, se ia ser o final porque eu não sou a tal porque não dizeres logo? Porque é que tiveste que fazê-lo assim? "You left a hole where my heart should be" O maior buraco que alguma já tive... Este é o que mais doí, e o pior é que não está lá só dor, está lá tudo!
Hoje perdi três do meus melhores amigos... Hoje perdi mais do que um pedaço de mim, hoje perdi-me a mim! Apercebi-me que sou a pior amiga e namorada que alguma vez deve ter existido... Pois todos eles vão embora... Segunda escolha é são sem duvida as palavras que melhor me descrevem.
Mesmo assim terem de sobreviver... Todo o mundo passa por isto um dia, e continuam vivos... Eu sou forte... Eu supero tudo, alias nada me afecta nem afectará...
Goodbye my lover, Goodbye my friends...
Hoje perdi três do meus melhores amigos... Hoje perdi mais do que um pedaço de mim, hoje perdi-me a mim! Apercebi-me que sou a pior amiga e namorada que alguma vez deve ter existido... Pois todos eles vão embora... Segunda escolha é são sem duvida as palavras que melhor me descrevem.
Mesmo assim terem de sobreviver... Todo o mundo passa por isto um dia, e continuam vivos... Eu sou forte... Eu supero tudo, alias nada me afecta nem afectará...
Goodbye my lover, Goodbye my friends...
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Nada...
O céu ganhou uma tonalidade negra, nada se consegue ver, nada se consegue sentir. Tento chegar a algum lado mas tudo se encontra vazio. Que mundo será este? Que lugar tão medonho, tão sem sentido… Tento obter respostas mas nada consigo perceber. Paro… Como vim eu parar a um lugar tão obscuro? Nem eu própria poderia imaginar tal existência. Foi aí que ouvi algo, o som parecia distante… Era algo que em toda a minha vida nunca teria ouvido. Seria imaginação? Era algo parecido com um som de um pássaro a voar e com o de um cavalo a galopar, conseguia ouvir algo a cortar o vento e ao mesmo tempo a pisar o chão com uma força tal que nem eu entenderia… O chão começou a tremer, estava mais perto mas o que? O que seria aquilo? Estaria eu morta ou iria morrer agora? Só podia ser um sonho, nada daquilo poderia existir, nada daquilo poderia sequer fazer sentido. Tentei beliscar-me tentei ver se acordava mas nada… Parecia tudo tão real. Quando dei por mim estava eu também a tremer mas de medo, em poucos segundo aquilo conseguiria chegar até mim. Que iria acontecer-me? Iria eu voltar a ver? A sentir? Algo que fez correr, talvez fosse o medo ou o pânico, mas não poderia estar a li… Não assim...desprotegida. Corri com todas as forças que tinha mas estas não foram as suficientes. Senti algo perfurar o meu peito, aquilo que ouvira chegara perto o suficiente para me conseguir ferir… Senti o meu coração a arder, senti tudo aquilo que antes não conseguia sentir. Vi algo … não conseguia distinguir bem o que era mas parecia ter saído do meu peito era algo tão vermelho, e tão pequeno…Vi e senti tudo o que durante a minha vida poderia ter acontecido e depois nada… Foi então que tudo se apagou.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Não tenho qualquer valor
Já não compreendo se sou eu que não valo nada ou se as pessoas é que não me dão valor... Tantas promessas, tantas palavras ditas e nem um gesto para demonstrar a sua realidade. Promessas são quebradas, mentiras são ditas e palavras são negadas com gestos cruéis. No final nada resta para além de corações destroçados e cérebros rebentados com tanta confusão...
No final tudo acaba por partir, toda a gente acaba por ir embora, por culpa minha ou não. Tudo acaba porque nada dura para sempre. E quando chega o fim de algo somos invadidos por uma dor tão intensa que nos deixa a pensar se valeria ou não a pena termos passado por isto só para nos sobrarem memorias... Eu cheguei à conclusão que mais vale desistir de tudo, mais vale desistir de todos. No final serei só eu, sozinha porque nada sobrará. Prefiro passar o resto dos anos a habituar-me à solidão do que ter de a enfrentar repentinamente. Não quero durar para sempre, mas sempre quis ter algo para sempre, coisa que nunca irá acontecer, coisa que me doí... Alias é algo que me magoa a todo o instante! Para que é que serve viver se no final nada passará de memórias? Aproveitar a vida? Para que se acabarei sozinha? Viver é algo que não consigo entender porque é que as pessoas gostam tanto... Eu acho um desperdício.
No final tudo acaba por partir, toda a gente acaba por ir embora, por culpa minha ou não. Tudo acaba porque nada dura para sempre. E quando chega o fim de algo somos invadidos por uma dor tão intensa que nos deixa a pensar se valeria ou não a pena termos passado por isto só para nos sobrarem memorias... Eu cheguei à conclusão que mais vale desistir de tudo, mais vale desistir de todos. No final serei só eu, sozinha porque nada sobrará. Prefiro passar o resto dos anos a habituar-me à solidão do que ter de a enfrentar repentinamente. Não quero durar para sempre, mas sempre quis ter algo para sempre, coisa que nunca irá acontecer, coisa que me doí... Alias é algo que me magoa a todo o instante! Para que é que serve viver se no final nada passará de memórias? Aproveitar a vida? Para que se acabarei sozinha? Viver é algo que não consigo entender porque é que as pessoas gostam tanto... Eu acho um desperdício.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Broken Girl
Eu sou só mais uma “Rapariga estragada” sem qualquer tipo de
arranjo, sem qualquer forma de funcionar bem novamente. Sou uma rapariga que se
odeia a ela própria, sou uma rapariga que odeia as pessoas, o Mundo e a própria
vida. Sou uma rapariga sem rumo perdida neste enorme mundo… Um Mundo vazio sem
nada pelo que valha a pena correr… Um Mundo sem futuro, sem amanhã, sem hoje, e
mesmo sem ontem. Porque este Mundo é assim… Um buraco negro que suga a nossa
mente até nos tornar-mos num simples nada!
domingo, 5 de maio de 2013
Perdida Na Própria Solidão
A verdade é que eu encontro-me aqui sozinha sem saber nada
de ti ou mesmo de mim. O que se passou com aquela rapariguinha forte que sempre
disse que ia lutar por tudo o que queria, incluindo por ti? Para onde é que foi
essa força? Desapareceu... assim como o sorriso da sua cara, assim como as
pessoas à sua volta, assim como aquelas longas tarde com os amigos, assim como
aquela felicidade dentro dela, assim como tudo na sua vida! Ela acaba sempre
ali no seu quarto sozinha sem nada nem ninguém ao pé, só ela e a melodia do seu
silêncio! Como é que ela à de sobreviver nesta tremenda solidão? Como é que ela
se irá erguer deste Mundo tão sombrio para conseguir voltar a emanar os seus
dias de um luar tão intenso que até mesmo a cor dos teus olhos se vêm claramente?
Ela precisa de um caminho, um caminho fácil de percorrer e com corrimões à volta, para sempre que ela estiver a cair ou mesmo a tentar sair dele se
esbarrar nele e voltar a andar...
Ela é uma rapariga que todos chamam de estranha pois não a
compreendem, pois bem ela não os julga por isso pois nem mesmo ela se
compreende. E é isso que a leva a tamanho isolamento... essa sua forma tão
peculiar de encarar o Mundo e de ver as coisas.
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