Não tenho uma maneira de ser, simplesmente sou!

domingo, 5 de maio de 2013

Perdida Na Própria Solidão


A verdade é que eu encontro-me aqui sozinha sem saber nada de ti ou mesmo de mim. O que se passou com aquela rapariguinha forte que sempre disse que ia lutar por tudo o que queria, incluindo por ti? Para onde é que foi essa força? Desapareceu... assim como o sorriso da sua cara, assim como as pessoas à sua volta, assim como aquelas longas tarde com os amigos, assim como aquela felicidade dentro dela, assim como tudo na sua vida! Ela acaba sempre ali no seu quarto sozinha sem nada nem ninguém ao pé, só ela e a melodia do seu silêncio! Como é que ela à de sobreviver nesta tremenda solidão? Como é que ela se irá erguer deste Mundo tão sombrio para conseguir voltar a emanar os seus dias de um luar tão intenso que até mesmo a cor dos teus olhos se vêm claramente? Ela precisa de um caminho, um caminho fácil de percorrer e com corrimões à volta, para sempre que ela estiver a cair ou mesmo a tentar sair dele se esbarrar nele e voltar a andar...
Ela é uma rapariga que todos chamam de estranha pois não a compreendem, pois bem ela não os julga por isso pois nem mesmo ela se compreende. E é isso que a leva a tamanho isolamento... essa sua forma tão peculiar de encarar o Mundo e de ver as coisas.

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