Eu sou só mais uma “Rapariga estragada” sem qualquer tipo de
arranjo, sem qualquer forma de funcionar bem novamente. Sou uma rapariga que se
odeia a ela própria, sou uma rapariga que odeia as pessoas, o Mundo e a própria
vida. Sou uma rapariga sem rumo perdida neste enorme mundo… Um Mundo vazio sem
nada pelo que valha a pena correr… Um Mundo sem futuro, sem amanhã, sem hoje, e
mesmo sem ontem. Porque este Mundo é assim… Um buraco negro que suga a nossa
mente até nos tornar-mos num simples nada!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Perdida Na Própria Solidão
A verdade é que eu encontro-me aqui sozinha sem saber nada
de ti ou mesmo de mim. O que se passou com aquela rapariguinha forte que sempre
disse que ia lutar por tudo o que queria, incluindo por ti? Para onde é que foi
essa força? Desapareceu... assim como o sorriso da sua cara, assim como as
pessoas à sua volta, assim como aquelas longas tarde com os amigos, assim como
aquela felicidade dentro dela, assim como tudo na sua vida! Ela acaba sempre
ali no seu quarto sozinha sem nada nem ninguém ao pé, só ela e a melodia do seu
silêncio! Como é que ela à de sobreviver nesta tremenda solidão? Como é que ela
se irá erguer deste Mundo tão sombrio para conseguir voltar a emanar os seus
dias de um luar tão intenso que até mesmo a cor dos teus olhos se vêm claramente?
Ela precisa de um caminho, um caminho fácil de percorrer e com corrimões à volta, para sempre que ela estiver a cair ou mesmo a tentar sair dele se
esbarrar nele e voltar a andar...
Ela é uma rapariga que todos chamam de estranha pois não a
compreendem, pois bem ela não os julga por isso pois nem mesmo ela se
compreende. E é isso que a leva a tamanho isolamento... essa sua forma tão
peculiar de encarar o Mundo e de ver as coisas.
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